Para empresas que executam obras públicas
Modelamos em BIM os projetos atualizados e comparamos com a planilha orçamentária do contrato. As divergências aparecem documentadas, prontas para fundamentar o aditivo e o reequilíbrio econômico-financeiro — no tempo certo, antes da obra começar.
O desafio
Na maioria das obras públicas, a planilha orçamentária foi montada sobre uma versão do projeto. Quando chega a hora de executar, o projeto já está atualizado — com novas quantidades, novos serviços e itens que não constam do orçamento contratado.
O resultado aparece no pior momento: no meio da obra. Faltam itens, falta quantitativo, e o orçamento não fecha. Para não parar, sua empresa precisa desembolsar capital próprio para continuar — e esperar meses até receber o aditivo. O caixa aperta e a margem do contrato encolhe.
O orçamento do edital foi feito sobre um projeto que já não é o que será executado.
Aditivo percebido no meio da obra obriga a empresa a tirar do próprio caixa para não parar.
Sem reequilíbrio, a obra trava — com impacto em prazo, margem e relação com o órgão.
A virada
Entre a contratação e o início da execução existe uma janela. É nela que transformamos a defasagem do orçamento em um pedido de aditivo bem fundamentado — antes de você colocar a primeira equipe em campo.
Como funciona
Cada etapa gera um entregável verificável, no padrão que a Administração Pública precisa para analisar o pedido.
Leitura do projeto básico/executivo e da planilha orçamentária contratada no edital.
Modelamos os projetos atualizados por disciplina, com quantitativos rastreáveis.
Confrontamos o quantitativo do modelo com a planilha contratada e documentamos cada divergência.
Memória de cálculo e planilha de quantitativos para fundamentar o pedido de reequilíbrio.
Por que BIM
O modelo BIM liga cada quantidade a um elemento real do projeto. Isso dá rastreabilidade: dá para mostrar, item a item, de onde vem cada divergência entre o que foi orçado e o que o projeto atual exige.
É essa documentação clara e auditável que sustenta um pedido de aditivo de acréscimo e de reequilíbrio econômico-financeiro perante o órgão contratante.
Atuamos na engenharia: modelagem BIM, levantamento de quantitativos e a documentação técnica que fundamenta o pleito. A formalização do termo aditivo segue o rito administrativo previsto na Lei nº 14.133/2021, conduzido pela sua empresa e sua assessoria.
Perguntas frequentes
Esse é o momento ideal. Fale com a UCHOA BIM & CUSTOS antes de iniciar a obra e entre em campo com o orçamento ajustado à realidade do projeto.
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