O quantitativo é a base de todo orçamento. Quando ele é levantado à mão, cada erro vira preço errado — e cada revisão de projeto vira trabalho refeito. Ligar a quantidade ao modelo BIM muda essa lógica.
No método tradicional, o orçamentista mede prancha por prancha, conta elementos e transcreve para a planilha. É um processo demorado, sujeito a omissões e difícil de auditar. E há um agravante: quando o projeto muda, todo o levantamento precisa ser revisado manualmente.
No modelo BIM, cada elemento — uma parede, uma viga, um tubo — carrega suas próprias informações de dimensão e material. As quantidades são extraídas diretamente desses elementos, com critérios de medição definidos:
Quantitativo preciso significa comprar a quantidade certa, orçar a margem certa e evitar surpresas no canteiro. A economia não está só em horas de levantamento, mas em decisões de compra e contratação mais seguras ao longo de toda a obra.
Além da extração nativa, rotinas e scripts ajudam a padronizar nomenclaturas, organizar parâmetros e acelerar a conferência. É o que permite escalar o processo sem depender apenas de esforço manual.
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