O estouro de orçamento raramente vem de um único erro grande. Ele se forma no acúmulo de pequenas imprecisões — e a maior parte delas nasce na fase de projeto, muito antes da primeira concretagem.
Antes de a obra começar, o orçamento já pode estar comprometido por fatores que passam despercebidos:
O que não foi resolvido no projeto reaparece no canteiro — agora como retrabalho, compra extra de material e atraso de cronograma. Cada ajuste improvisado custa mais caro do que custaria a correção feita no papel (ou no modelo).
O BIM ataca as causas na origem. Com o modelo, é possível compatibilizar disciplinas e identificar interferências antes da obra, extrair quantitativos rastreáveis e recalcular o custo a cada revisão. A previsibilidade que falta no método tradicional passa a existir desde a fase de projeto.
Controlar o orçamento é, antes de tudo, controlar o projeto. Quanto mais cedo a informação de custo entra no processo, menor a chance de o orçamento estourar lá na frente.
Fale com a UCHOA BIM & CUSTOS e antecipe os desvios ainda na fase de projeto.
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